É inegável que as frutas são ótimas aliadas da saúde. No entanto, quando se trata dos picos de glicemia – ou seja, os níveis de açúcar no sangue –, algumas alternativas merecem atenção redobrada. Isso porque determinadas opções concentram uma quantidade maior de carboidratos e, quando consumidas sem moderação, podem ser prejudiciais ao bem-estar.
seja, os níveis de açúcar no sangue –, algumas alternativas merecem atenção redobrada. Isso porque determinadas opções concentram uma quantidade maior de carboidratos e, quando consumidas sem moderação, podem ser prejudiciais ao bem-estar. Acompanhe o GMC Online no Instagram Clique aqui e receba as nossas notícias pelo WhatsApp Entre no canal do GMC Online no Instagram De acordo com o nutricionista Matheus Maestralle, as mais doces e/ou menos aquosas tendem a conter maior densidade calórica e, consequentemente, mais carboidratos. Entre as que exigem cuidado no consumo, ele lista seis principais:
Frutas secas (100 g de tâmara, uva-passa, figo seco ou damasco): mais de 60 g de carboidratos. Banana prata (90 g – 1 unidade média): 27 a 30 g de carboidratos; Manga palmer (165 g – 1 xícara picada): 25 g de carboidratos; Uva Niágara (120 g – 3/4 de xícara): 23 g de carboidratos; Pera williams (160 g – 1 unidade média): 26 g de carboidratos; Caqui (170 g – 1 unidade média): 31 g de carboidratos; “Os valores são aproximados e podem variar conforme a variedade e o grau de maturação da fruta”, destaca Matheus Maestralle. Nutricionista indica a melhor forma de consumir as frutas ricas em açúcar Apesar do alerta, o especialista ressalta que não é necessário cortar esses alimentos da dieta. “O consumo deve ser equilibrado, especialmente para quem tem diabetes. O problema não é a fruta em si, e sim a quantidade e o momento em que ela é ingerida”, explica Matheus Maestralle.




