Uma confusão inusitada na Tailândia viralizou nas redes sociais após turistas estrangeiros “invadirem” um funeral local acreditando tratar-se de um restaurante. O erro, motivado pelas grandes mesas, panelas de comida e o ambiente aberto comum nas cerimônias tailandesas — que podem durar até sete dias —, transformou-se em uma lição de hospitalidade. Diferente do luto fechado ocidental, os funerais budistas na Tailândia são eventos comunitários onde oferecer comida aos presentes, inclusive desconhecidos, é uma forma de acumular mérito espiritual para o falecido. A família recebeu os visitantes com gentileza, reforçando a cultura acolhedora do país, onde o ato de compartilhar refeições é o símbolo central do ritual de despedida.
Enquanto isso, documentos recentemente deslacrados pela Justiça dos Estados Unidos trouxeram à tona o nome da ex-modelo brasileira Luma de Oliveira em meio ao escandaloso caso Jeffrey Epstein. O nome de Luma apareceu em trocas de e-mails de 2012, nas quais Epstein questionava o agente de modelos Jean-Luc Brunel sobre a “namorada ou esposa de Eike Batista”. Especialistas esclarecem que a menção não configura crime, sendo apenas parte do mapeamento social do círculo de Epstein, que buscava estreitar laços com agências de modelos no Brasil. No entanto, o caso ganha contornos mais sombrios com o depoimento da mineira Marina Lacerda, identificada como a “vítima número um” no processo. Hoje aos 37 anos, Marina revelou ter sido traficada e abusada por Epstein a partir dos 14 anos, expondo como o magnata utilizava promessas de carreira internacional para aliciar jovens brasileiras em situações vulneráveis.
No Brasil, a segurança e a economia também dominam as manchetes deste início de fevereiro de 2026. Em São Paulo, idosas foram vítimas de um assalto violento na zona sul, sob ameaças brutais de tiros e mutilação, enquanto o setor de saúde suplementar celebra um crescimento de 1,9%, atingindo a marca de 53,18 milhões de beneficiários. No Paraná, o governo estadual abriu novos concursos com salários que superam os R$ 20 mil, oferecendo uma oportunidade de estabilidade em meio aos desafios econômicos. Já a mineradora Vale enfrenta um novo embate jurídico em Minas Gerais, com medidas que somam R$ 2 bilhões devido a extravasamentos em suas unidades, mantendo a empresa sob pressão das autoridades ambientais. Entre descobertas culturais na Ásia, escândalos internacionais e a luta por justiça no cotidiano brasileiro, a semana reforça a necessidade de vigilância e solidariedade. Mais detalhes estão no Jornal Repórter do Vale. Acesse: jornalreporterdovale.com.
Fonte: Metrópoles, CNN Brasil, Agência Pública, ANS e Estadão.




