O desfecho da caçada a Daniel Luiz Ferrari, de 33 anos, ocorreu de forma violenta na tarde deste domingo, 15 de fevereiro de 2026, em São Manoel do Paraná. O homem, que era o principal suspeito de esfaquear a ex-mulher grávida e sequestrar uma menina venezuelana de 8 anos, foi morto a tiros após entrar em confronto com forças de segurança. Segundo o comando da Polícia Militar, Daniel surpreendeu a equipe que realizava buscas com cães farejadores e investiu contra um dos policiais usando uma faca. O golpe chegou a atingir o colete do militar, que não se feriu, e a agressão foi neutralizada pelos disparos que levaram o suspeito ao óbito no local. Ferrari tinha um extenso histórico criminal, incluindo tráfico de drogas e violência doméstica, e já havia ignorado medidas protetivas ao atacar a ex-companheira, que segue internada em Cianorte após passar por cirurgia.
A tragédia que envolve crianças e violência doméstica parece marcar este feriado de Carnaval no interior do estado. Enquanto as buscas continuavam para localizar a menina sequestrada — cujo desaparecimento ocorreu após Daniel enganar a mãe da criança com o pretexto de presenteá-la com uma bicicleta —, a região de Engenheiro Beltrão lamenta a morte do pequeno Daniel Cardoso de Souza Costa, de 10 anos, encontrado sem vida em uma represa rural. Em Sarandi, a brutalidade também se fez presente com a execução de um casal identificado como Iago e Letícia; ambos foram mortos a tiros enquanto dormiam, e a mulher, assim como a vítima de São Manoel do Paraná, também estava grávida. Esses episódios de violência extrema contrastam com a efervescência cultural do Carnaval, que em São Paulo celebra os dez anos do bloco Explode Coração, mas enfrenta incidentes no Sambódromo do Anhembi, onde o casal de mestre-sala e porta-bandeira da Acadêmicos do Tatuapé acabou escorregando em óleo na pista durante o desfile.
Além dos crimes de impacto, o Paraná permanece sob vigilância climática rigorosa. O Inmet emitiu um alerta de tempestade para 157 cidades, prevendo chuvas intensas que podem causar transtornos urbanos e rurais. No sistema prisional, a Polícia Civil investiga a morte suspeita de um detento na Cadeia Pública de Maringá, ocorrida poucas horas após sua prisão, tratando o caso inicialmente como homicídio. Entre o luto pelas perdas precoces, o confronto policial no noroeste e a instabilidade meteorológica, o estado atravessa este período de folia sob uma atmosfera de tensão e necessidade de reforço na segurança pública e proteção social. Mais detalhes estão no Jornal Repórter do Vale. Acesse: jornalreporterdovale.com.
Fonte: OBemdito, Polícia Militar do Paraná (PMPR), Inmet e Redação GMC Online.




