O casal Milena Ferreira e Alex Rodrigues, moradores de Ivaiporã, iniciou uma campanha solidária para ajudar o filho Leonardo, o Léo, diagnosticado com cranioestenose tipo escafocefalia — uma condição rara que impede o crescimento adequado do crânio e pode comprometer o desenvolvimento do cérebro.
O caso requer cirurgia de urgência, que precisa ser realizada em até 60 dias, ao custo estimado de R$ 200 mil. O procedimento é essencial para permitir que o cérebro do menino tenha espaço para crescer e se desenvolver de forma saudável.
Entenda o que é a cranioestenose
A cranioestenose ocorre quando uma ou mais suturas — as junções entre os ossos do crânio — se fecham antes do tempo correto. Isso impede que o crânio se expanda à medida que o cérebro cresce, podendo causar deformidades na cabeça, pressão intracraniana e sequelas neurológicas.
No tipo escafocefalia, identificado em Leo, a cabeça cresce de forma alongada, para frente e para trás, em vez de se expandir para cima, indicando o fechamento da sutura sagital, localizada no topo da cabeça.
A única forma de correção é uma cirurgia neurológica especializada, que reposiciona os ossos do crânio para liberar o crescimento cerebral.
A luta da família
Em entrevista ao comunicador Juliano Barbosa, a mãe Milena Ferreira relatou como a família recebeu o diagnóstico e a dificuldade para conseguir atendimento pelo sistema público:
“No último dia 15, tivemos o diagnóstico do Léozinho. A cranioestenose é o fechamento precoce da sutura do topo da cabeça, o que faz com que o cérebro não tenha espaço para crescer.
Precisamos fazer essa cirurgia o quanto antes. Ela é muito cara, e não temos condições de arcar com o valor. Se o cérebro continuar sendo comprimido, pode afetar a visão, o desenvolvimento motor e até a audição dele.”
Leonardo tem quatro meses de idade cronológica e dois meses de idade corrigida. Ele é um bebê prematuro, nasceu com 30 semanas e 6 dias e ficou 71 dias na UTI Neonatal da Ivaiporã.
Após a alta, o casal buscou alternativas e encontrou o Dr. Alexandre Canheu, neurocirurgião em Londrina, que confirmou o diagnóstico e orientou a realização urgente da cirurgia.
“Pelo SUS, o Leonardo saiu da neonatal já com pedido de acompanhamento, mas até agora, dois meses depois, nem a consulta com o neuropediatra foi marcada. Nós não podemos esperar”, desabafou a mãe.
A família precisa arrecadar R$ 200.000,00 em 2 meses para custear a cirurgia e o tratamento.
Como ajudar
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