Caminhoneiros de diversas partes do Brasil estão organizando uma paralisação geral em vários estados, prevista para a próxima quinta-feira, 4 de dezembro. Representantes da categoria afirmam que o movimento não tem ligação política-partidária, mas visa melhorias para a classe.
🛣️ Reivindicações da Categoria
Após tentativas de greve em protesto pela prisão do ex-presidente Bolsonaro não ganharem força, o foco do movimento retorna às pautas estritamente profissionais.
O caminhoneiro e influenciador digital Daniel Souza, um dos líderes da greve de 2018, listou as condições precárias e as principais exigências:
Baixa Remuneração: Falta de um preço justo pelo serviço.
Leis Inadequadas: Leis que não podem ser cumpridas devido à falta de estrutura no país.
Falta de Segurança: Necessidade de mais segurança nas rodovias.
Estabilidade Contratual: Busca por garantias nos contratos de trabalho.
Reestruturação: Reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas.
Aposentadoria Especial: Aposentadoria especial de 25 anos de trabalho comprovada com recolhimento ou documento fiscal.
💪 Força do Movimento
Janderson Maçaneiro, conhecido como “Patrola” e presidente da Associação Catarinense dos Transportadores Rodoviários de Cargas (ACTRC), expressou confiança na força do movimento, citando o grande número de pessoas envolvidas e o alto nível de descontentamento na categoria.
Fonte: GMC Online / Metrópoles




