Um estudo científico publicado recentemente no Journal of Hazardous Materials: Plastics trouxe um alerta preocupante para os apreciadores de café: o hábito de consumir a bebida quente em copos descartáveis pode resultar na ingestão de centenas de milhares de microplásticos. A pesquisa, realizada com base em centenas de amostras coletadas em cafeterias, demonstrou que o calor atua como um catalisador, aumentando em até 33% a liberação dessas partículas microscópicas nos recipientes inteiramente plásticos em comparação com bebidas geladas. Segundo os cientistas, o material se expande e amolece com a alta temperatura, facilitando o desprendimento de fragmentos das superfícies internas que acabam misturados ao café. Estima-se que um consumidor frequente possa ingerir mais de 360 mil partículas de microplástico por ano apenas através desse hábito. Embora os copos de papel com revestimento plástico tenham apresentado uma liberação menor, os especialistas reforçam a necessidade de mais estudos sobre os impactos dessas partículas na saúde humana a longo prazo, sugerindo o uso de recipientes de cerâmica ou vidro como alternativa mais segura e sustentável.
Enquanto a ciência analisa os riscos nos pequenos hábitos diários, o Brasil enfrenta alertas de grande escala e ocorrências graves nesta terça-feira, 20 de janeiro de 2026. Na esfera meteorológica, o país entrou em estado de “grande perigo” devido ao risco de chuvas extremas e severas em diversas regiões, o que exige atenção redobrada da população para possíveis inundações e deslizamentos. Em Santa Catarina, o clima de luto marca o falecimento de Thiago Ohlson, ex-voluntário na guerra da Ucrânia, que morreu após um trágico acidente de parapente em uma praia local. No campo policial de São Paulo, as investigações sobre os médicos mortos em Alphaville avançam com a revelação de que uma disputa por licitações no setor público pode ter sido o estopim para os crimes. Já em Maringá, a segurança pública lida com um dado estatístico alarmante: a descoberta de mais um homem morto em um fundo de vale, sendo este o quinto caso com as mesmas características registrado em apenas quatro meses, o que mobiliza as equipes de homicídios para identificar possíveis conexões entre os fatos. Mais detalhes estão no Jornal Repórter do Vale. Acesse: jornalreporterdovale.com.
Fonte: Metrópoles / Journal of Hazardous Materials / Polícia Civil de SP / GMC Online.




