O fenômeno climático La Niña foi oficialmente confirmado em outubro de 2025 pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). Caracterizado pelo resfriamento das águas do Pacífico Equatorial Central e Oriental, o La Niña pode influenciar os padrões climáticos globais, incluindo o regime de chuvas e temperaturas no Brasil.
Segundo a NOAA, há 59% de chance de o fenômeno se manter até fevereiro ou abril de 2026, antes de retornar a um estado neutro entre março e maio. Esse resfriamento das águas oceânicas altera os padrões de vento e circulação atmosférica, impactando o clima em diversas regiões.
No Brasil, mesmo um La Niña de intensidade fraca pode provocar alterações significativas no clima, especialmente entre novembro e fevereiro. Espera-se que o fenômeno cause chuvas mais regulares no Norte e Nordeste do país, enquanto o Sul deve enfrentar períodos mais secos. Além disso, o Centro-Oeste e Sudeste podem registrar temperaturas amenas durante o verão.
É importante ressaltar que, apesar de sua intensidade considerada fraca, o La Niña pode ter impactos significativos no regime de chuvas e temperaturas no Brasil, especialmente durante os primeiros meses de 2026. Agricultores, autoridades e a população em geral devem estar atentos às previsões meteorológicas e se preparar para possíveis alterações climáticas nos próximos meses.




