Uma tragédia provocada pela desinformação e pela justiça feita pelas próprias mãos abalou o Paraná nesta semana. Deivison Andrade de Lima, de 23 anos, faleceu na última segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, após passar oito dias internado em decorrência de um linchamento brutal sofrido em Ponta Grossa. O jovem foi acusado equivocadamente de envolvimento na morte de Kelly Cristina Ferreira de Quadros, cujo corpo havia sido encontrado em uma área de mata dias antes. Deivison foi sequestrado por três homens, levado para um local isolado e espancado sob a alegação de que sofreria o mesmo destino da vítima do homicídio. No entanto, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) confirmou que o jovem era totalmente inocente; o verdadeiro autor do assassinato de Kelly já foi preso, confessou o crime e apresentou provas materiais que descartam qualquer participação de Deivison. A mãe do jovem, em um relato emocionante, clamou por justiça, reforçando que o filho foi morto por uma confusão de identidade alimentada por justiceiros.
Enquanto o estado lida com as consequências desse crime bárbaro, outras ocorrências policiais e políticas ganham repercussão nacional. Em Maringá, um confronto armado entre criminosos e a equipe do Choque resultou na morte de dois suspeitos e na apreensão de um arsenal que incluía cinco armas e coletes balísticos. Em São Paulo, o Deic prendeu um suspeito de participar do assassinato de um engenheiro atraído pelo “golpe do amor”, evidenciando o perigo das emboscadas em aplicativos de relacionamento. No âmbito jurídico, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a punição contra um advogado da Paraíba acusado de cometer mais de 95 crimes e de colaborar com facções criminosas. Já em Santa Catarina, o governo estadual e a Assembleia Legislativa defenderam no STF a lei que proíbe cotas raciais, após o ministro Gilmar Mendes exigir explicações sobre a constitucionalidade da norma. Em Brasília, a segurança de áreas públicas entrou na pauta após um raio atingir manifestantes, levando uma vereadora de Maringá a enviar um ofício ao presidente Lula solicitando a instalação urgente de para-raios no local das aglomerações. Mais detalhes estão no Jornal Repórter do Vale. Acesse: jornalreporterdovale.com.
Fonte: Metrópoles / PCPR / STJ / STF / PMPR / GMC Online.




