O governo federal estuda conceder incentivos fiscais para a realização da Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2027, que acontecerá no Brasil. A análise ocorre após pedido formal da Fifa e pode seguir o modelo adotado na Copa de 2014, com isenção de tributos. O Ministério da Fazenda confirmou que o tema está em avaliação e que a proposta deve vir acompanhada de uma nova Lei Geral da Copa, elaborada pelo Ministério do Esporte.
Entre as exigências da Fifa estão isenções sobre receitas da entidade, serviços de transmissão e bens ligados ao evento, além de adaptações às regras da reforma tributária e flexibilização de restrições da lei eleitoral. O governo pondera os impactos das renúncias fiscais, que em eventos anteriores ultrapassaram R$ 1 bilhão na Copa de 2014 e R$ 3,8 bilhões na Olimpíada do Rio, mas avalia que o aumento do turismo e do setor de serviços pode compensar parte das perdas.
A Copa do Mundo Feminina de 2027 será disputada entre junho e julho, com 31 seleções, e terá jogos em oito cidades: Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza.




