A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está em luto pelo falecimento precoce da delegada Natália Fagundes Morari, de 35 anos, ocorrido na manhã deste domingo, 25 de janeiro de 2026, em Dois Vizinhos, no sudoeste do estado. Natália, que ingressou na corporação em 2022 e era reconhecida por sua ética e dedicação na 60ª Delegacia Regional de Polícia, vivia um momento de grande felicidade pessoal: ela havia dado à luz ao pequeno Raul há apenas 16 dias. A delegada deixa o filho recém-nascido, os pais, duas irmãs e o esposo, Rafael Tavares, que também é delegado na mesma unidade. Embora a causa da morte ainda não tenha sido divulgada, a notícia causou profunda comoção entre colegas e a comunidade local. O velório será realizado nesta segunda-feira, 26, no Crematório Jardim das Oliveiras, em Francisco Beltrão, seguido por uma cerimônia de cremação no período da tarde. A trajetória de Natália na segurança pública paranaense foi marcada pelo compromisso com a justiça e pela sensibilidade no atendimento à população, deixando um legado de profissionalismo e humanidade.
Além desta perda irreparável, o cenário estadual e nacional registra fatos relevantes neste início de semana. No setor econômico, o Paraná celebra o avanço industrial com a construção de uma megafábrica de R$ 6,35 bilhões, que ocupará uma área de 1,4 milhão de metros quadrados, prometendo transformar a economia regional. Em Toledo, a prefeitura detalhou o projeto de uma ponte estaiada orçada em R$ 47 milhões, visando modernizar a mobilidade urbana. Por outro lado, o sistema judiciário enfrenta desafios após um episódio em que um homem xingou um delegado durante uma audiência, expondo o que analistas chamam de crise institucional. Em Maringá, a cultura está em festa com a notícia de que uma jovem bailarina local pode ingressar na prestigiada Royal Ballet School de Londres, enquanto a segurança pública se mantém em alerta após câmeras registrarem o momento em que um jovem foi baleado na cidade. Na área da saúde, a planta quebra-pedra caminha para ser o primeiro fitoterápico oficial do SUS. Já no cenário de desastres, a mineradora Vale esclareceu que houve apenas um extravasamento de água em uma mina em Ouro Preto, e não o rompimento de um dique, enquanto em São Paulo a CGE decretou estado de alerta para transbordamentos, deixando quase 30 mil pessoas sem energia. Mais detalhes estão no Jornal Repórter do Vale. Acesse: jornalreporterdovale.com.
Fonte: Banda B / PCPR / Agência Estadual de Notícias / Vale / CGE.




