O cenário meteorológico no Paraná atinge um ponto crítico nesta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026. A forte elevação das temperaturas, que já beiram os 40°C em cidades como Capanema, está servindo como um verdadeiro “combustível” para a formação de tempestades severas. Segundo o Simepar, a aproximação de uma frente fria vinda do Rio Grande do Sul deve mudar radicalmente o tempo entre hoje e amanhã. Enquanto o calor extremo predominou nos últimos dias devido à baixa umidade, a chegada desse novo sistema frontal trará pancadas de chuva isoladas com trovoadas já a partir desta tarde. O risco para temporais aumenta significativamente na sexta-feira, 13, especialmente nas regiões Sul e Leste, onde a Defesa Civil emitiu alerta de nível alto para enxurradas, granizo e ventos fortes. A recomendação é de vigilância total, com o monitoramento constante dos alertas enviados via SMS e WhatsApp, já que as condições atmosféricas favorecem fenômenos pontualmente intensos que podem causar destelhamentos e quedas de árvores.
Além da instabilidade climática, um tema de saúde ganhou as manchetes nesta semana: o chamado Sinal de Frank. Cardiologistas explicam que se trata de um vinco diagonal no lóbulo da orelha que pode, em alguns casos, indicar um risco aumentado de doenças cardiovasculares, como o infarto. O debate reacendeu após a morte recente do influenciador Henrique Maderite, que apresentava essa marca. Especialistas reforçam que o sinal não é um diagnóstico definitivo, mas um marcador clínico de envelhecimento vascular que deve servir de alerta para uma investigação médica mais profunda, especialmente em pacientes com outros fatores de risco como hipertensão e colesterol alto. Enquanto a ciência observa os sinais do corpo e do céu, Maringá avança na zeladoria urbana com o credenciamento de empresas para a poda de árvores, visando justamente mitigar os danos que as tempestades previstas podem causar à infraestrutura da cidade.
No âmbito acadêmico e de segurança, o estado segue com movimentações importantes. A Universidade Estadual de Maringá (UEM) anunciou a abertura de 374 vagas remanescentes para cursos de graduação, uma oportunidade estratégica para quem busca ingressar no ensino superior neste primeiro semestre. Paralelamente, no setor de segurança pública, o Ministério Público de São Paulo apresentou um pedido à Justiça para proibir que policiais militares lecionem em escolas cívico-militares, sob o argumento de preservar a natureza pedagógica das instituições. Entre a preparação para temporais, alertas de saúde cardiovascular e novas chances no ensino público, o Paraná atravessa uma semana de fevereiro marcada pela necessidade de prevenção e planejamento diante de mudanças rápidas no ambiente e nas políticas sociais. Mais detalhes estão no Jornal Repórter do Vale. Acesse: jornalreporterdovale.com.
Fonte: Simepar, Defesa Civil do Paraná, Metrópoles, SOCESP e Redação GMC Online.




