Um abraço silencioso que dizia tudo. Foi assim o reencontro entre Inez Aguero e Bartira Vilela, mãe e filha separadas há 40 anos. O choro, a emoção e o choque marcaram o momento em que elas se viram pela primeira vez desde o parto, em 1985, em uma maternidade de Curitiba. Assista o reencontro abaixo.
A médica Inez Aguero deu à luz em uma maternidade da capital paranaense. Em entrevista à repórter Beatriz Frehner, da RICtv, a mãe relatou que pouco depois do parto, foi informada de que a criança havia nascido morta.
A família, no entanto, sempre teve dúvidas sobre a versão apresentada pelo hospital. O caso aconteceu em um período em que o Brasil enfrentava denúncias recorrentes de desaparecimentos de recém-nascidos em hospitais. “Eu era muito nova, mas nunca perdi a imagem da minha filha, porque ela tinha uma mancha na cabeça, um sinal que eu também tinha. Então eu lembro dela em cima de mim assim no momento que ela nasceu” disse Inez.
A recém-nascida, batizada como Bartira – nome escolhido por Inez ainda na maternidade -, foi criada por outra família. Ela cresceu sem acesso a informações sobre sua origem. A confirmação do vínculo entre mãe e filha veio por meio de um exame de DNA realizado por acaso, durante um teste genético de saúde feito pela tia materna, Inerci Formighie. O reencontro Após o reencontro online, Bartira e a família biológica decidiram marcar um encontro presencial. A mãe, que mora atualmente na Bolívia, veio até o Paraná para reencontrar a filha, 40 anos depois. Veja o vídeo e leia a reportagem completa na Banda B, parceira do GMC Online.
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