Uma história de fé, promessa e perseverança ganhou destaque no Vale do Ivaí. Claudiney Rodrigues de Souza, morador de Nova Amoreira, distrito de Marilândia do Sul, completou pela 11ª vez a caminhada de fé até o Santuário de Santa Rita de Cássia, em Lunardelli, conhecida como a Capital da Fé.
A caminhada faz parte de uma promessa que Claudiney carrega no coração há anos. Somente ele já percorreu o trajeto 11 vezes, enfrentando longas distâncias, cansaço e as dificuldades do caminho, sempre movido pela fé e pela determinação.
Nesta última jornada, Claudiney contou com a companhia de dois irmãos, dois sobrinhos e dois amigos. Ao todo, sete pessoas deixaram Nova Amoreira na sexta-feira (21), às 20h, com destino ao Santuário de Santa Rita de Cássia.
O grupo enfrentou a caminhada durante a noite e chegou a Porto Ubá por volta das 10h de sábado. Depois de um período de descanso, eles retomaram o percurso às 22h, seguindo em direção a Lunardelli.
Após mais horas de caminhada, por volta das 4h da madrugada, Claudiney e outros quatro integrantes do grupo chegaram ao tão esperado destino: o Santuário de Santa Rita de Cássia. Das sete pessoas que iniciaram o percurso, cinco conseguiram completar toda a caminhada. Os outros dois participantes, embora não tenham chegado ao final, também fizeram parte dessa jornada de fé.
Para quem observa de fora, pode parecer apenas uma longa caminhada. Para quem carrega uma promessa no coração, porém, cada passo tem um significado especial. Cada quilômetro representa fé, cada dificuldade demonstra força e cada chegada simboliza a realização de um compromisso assumido com devoção.
A filha de Claudiney compartilhou o orgulho de acompanhar mais uma vez a trajetória do pai. “Como filha, sinto um orgulho enorme de ver meu pai, pela 11ª vez, colocar os pés nesse caminho e seguir firme até Lunardelli”, destacou.
A história de Claudiney também representa uma mensagem de perseverança para outras pessoas: manter a fé, não desistir diante das dificuldades e continuar caminhando em direção àquilo em que se acredita.
A 11ª caminhada deixa uma marca de devoção e superação: uma promessa, muitos quilômetros e uma fé que não se explica — se sente.




