Um crime de extrema crueldade chocou a cidade de Rio Negrinho, em Santa Catarina, e repercute pela frieza do agressor. Pricila Dolla, de 37 anos, foi brutalmente assassinada a tiros pelo ex-companheiro, identificado como Gustavo, de 28 anos, que não aceitava o fim do relacionamento. O que torna o caso ainda mais estarrecedor é o fato de o agressor ter transmitido toda a execução em tempo real por meio de uma videochamada realizada para a própria irmã. Durante a gravação, que circulou em portais de notícias, é possível ouvir os apelos desesperados da vítima, que lutou pela vida e implorou para não ser morta, mencionando seus filhos e tentando acalmar o homem com palavras religiosas.
O corpo de Pricila foi encontrado na noite de segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026, no chão de sua residência, já sem vida e com diversas marcas de disparos de arma de fogo. Segundo relatos de conhecidos e familiares, o comportamento possessivo de Gustavo era uma marca constante após o término, culminando nesta tragédia transmitida ao vivo. A polícia catarinense investiga o caso como feminicídio qualificado, utilizando as imagens da videochamada como prova central do crime premeditado e da futilidade da motivação. A repercussão do vídeo gerou revolta nas redes sociais e reforça o debate sobre a segurança de mulheres sob ameaça de ex-parceiros.




