Uma tragédia abalou a comunidade de Guampará, em Marquinho, na região central do Paraná, na tarde desta segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026. Um menino de apenas 7 anos morreu após ser atingido pela estrutura de uma trave de futebol na Escola Municipal Rural Cândido Xavier. O acidente ocorreu durante atividades escolares na quadra de esportes da instituição; segundo relatos da Polícia Militar, a criança teria se pendurado na trave, que tombou e atingiu sua cabeça. Apesar de ter sido socorrido com vida e levado imediatamente a uma unidade de saúde vizinha, o aluno não resistiu à gravidade da hemorragia e o óbito foi confirmado pouco depois. A prefeitura municipal manifestou profundo pesar e mobilizou as secretarias de Educação e Saúde para oferecer suporte psicológico e acolhimento à família da vítima, enquanto a Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar as condições de manutenção da estrutura esportiva e as circunstâncias exatas da fatalidade.
Enquanto o estado lida com o luto na educação, o setor produtivo e de infraestrutura paranaense registra movimentações estratégicas e tensões sociais. No campo econômico, o Paraná recebeu um investimento de R$ 3,8 milhões para consolidar o estado como o principal polo de queijos finos da América Latina, com foco na agregação de valor à bacia leiteira regional. Em Ponta Grossa, o anúncio de uma nova fábrica de alimentos prevista para 2027 promete gerar 550 empregos diretos, fortalecendo a industrialização do interior. No entanto, o clima é de mobilização em diversas cidades onde moradores protestam contra a instalação de novas praças de pedágio que, segundo lideranças locais, ameaçam dividir bairros ao meio e encarecer o custo de vida básico. Já em Maringá, a preparação para o Carnaval 2026 segue a todo vapor com a divulgação da programação oficial dos bloquinhos, que prometem animar quatro dias de festa na cidade.
No âmbito policial e jurídico, o Paraná e Santa Catarina seguem com casos de grande repercussão. Na PR-323, a polícia interceptou uma carga ilegal do medicamento “Mounjaro”, vinda do Paraguai, evidenciando o combate ao contrabando de fármacos. Em outro desdobramento chocante, a prisão de um piloto trouxe à tona o relato de uma menina que afirma ter sido vítima de um estupro coletivo aos 11 anos, caso que mobiliza as autoridades de proteção à infância. No estado vizinho, o Ministério Público avalia a exumação do cão Orelha para avançar nas investigações de maus-tratos, enquanto a disputa pela herança de Manfred e Marisia von Richthofen ganha novos capítulos com a tentativa de familiares de proteger os bens de Andreas da cobiça de Suzane. Entre tragédias escolares, avanços na agroindústria e investigações complexas, o Paraná atravessa uma semana de vigilância institucional e profundos contrastes sociais. Mais detalhes estão no Jornal Repórter do Vale. Acesse: jornalreporterdovale.com.
Fonte: Prefeitura de Marquinho, PM-PR, TNOnline e Redação GMC Online.




