Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) consolidou, para este ano de 2026, a possibilidade de motoristas terem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida como medida para garantir o pagamento de dívidas judiciais. A medida, fundamentada no Código de Processo Civil, é considerada uma “ferramenta coercitiva atípica” e visa atingir especialmente a chamada “inadimplência de ostentação”, em que o devedor mantém um padrão de vida elevado enquanto alega falta de recursos em juízo. Segundo o entendimento da Suprema Corte, a suspensão do documento não fere o direito de ir e vir, uma vez que o cidadão permanece livre para se deslocar por outros meios, perdendo apenas a autorização administrativa para conduzir veículos. Contudo, a aplicação não é irrestrita: profissionais que dependem da habilitação para o trabalho, como caminhoneiros e motoristas de aplicativo, estão protegidos, e os juízes devem sempre observar os princípios da proporcionalidade e razoabilidade antes de ordenar a apreensão.
Enquanto as novas regras jurídicas geram debates sobre os limites da execução de dívidas, o cenário da segurança pública e viária no Brasil e no mundo registra episódios de grande impacto nesta semana de fevereiro. No Paraná, a comunidade de Cascavel lamenta a morte precoce de Jhuliany Aparecida Gomes Ferreira, de 17 anos, que não resistiu aos ferimentos após um grave acidente em um cruzamento urbano, caso que resultou na prisão de um motorista que fugiu sem prestar socorro. Na capital paulista, a tecnologia e a fatalidade se cruzaram na avenida Cidade Jardim, onde um motociclista de 32 anos perdeu a vida ao colidir com um veículo futurista da Tesla. Diante do aumento de ocorrências e visando o feriado que se aproxima, a prefeitura e o governo de São Paulo anunciaram o reforço no policiamento dos megablocos de Carnaval, buscando evitar novos tumultos e garantir a integridade dos foliões.
No panorama internacional, o clima é de luto e choque após um ataque a tiros em uma escola no Canadá, protagonizado por uma atiradora, que resultou em sete mortes e dezenas de feridos, reacendendo alertas globais sobre a segurança em instituições de ensino. Já no Paraná, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR) mantém o cronograma de obras na ponte sobre o Rio da Várzea, na PR-427, com interdições noturnas programadas até a próxima sexta-feira para finalizar reformas estruturais necessárias. Entre a modernização das leis de trânsito e os desafios impostos pela violência urbana e acidentes fatais, o cidadão brasileiro inicia 2026 sob uma rede complexa de novas regulamentações e a necessidade constante de vigilância. Mais detalhes estão no Jornal Repórter do Vale. Acesse: jornalreporterdovale.com.
Fonte: STF Notícias, ND Mais, Agência Estadual de Notícias e Redação GMC Online.




